A inclusão de todos no projeto é sinal útil e necessário para garantir obtenção de ganhos de sustentabilidade tanto ambiental, como os de natureza sociais e econômicos inclusivos abrangendo necessariamente, todas as nove (9) ilhas habitadas…
O orçamento do Estado de Cabo Verde, para o ano 2026, ou a “Ambição 2030“ , isto e a “Agenda da Transformação de Cabo Verde“ que para todos os efeitos para a obtenção dos resultados desejados, tem o prazo curto de 5 anos…
O objetivo é nobre, mas a necessidade de inclusão de todos apesar de ser necessária é indispensável para se poder criar um “roteiro” vinculado, perto da vivencia das populações empreendendo ações que atuam expressamente no dia-a-dia das pessoas e do ambiente circundante que nos rodeia a todos em todas as dez ilhas deste arquipélago do atlântico médio…
Assim estarão reunidas condições que permitirão analisar, comparar e mesmo “medir” os resultados da atuação da “Ambição 2030” em relação com a qualidade de vida, a sustentabilidade urbana e territorial e preparação dos vinte e dois (22) “Municípios” que deverão estar preparadas para esta rota do futuro mais risonho sobretudo para a nova geração deste pequeno pais insular, dimensionada em duas regiões, SOTAVENTO e BARLAVENTO … mais ainda a nação cabo-verdiana tem de integrar no processo seus filhos na emigração a “Diáspora Cabo-verdiana“ onde temos quadros formados, com experiencias profissionais em várias áreas e domínios uteis na meta e objetivo de preparar e criar oportunidade par o alcance de um desenvolvimento socio econômico inclusivo.
Estamos vivendo praticamente o fim do multilateralismo entrando brutalmente na era dos de imposições unilaterais de resoluções por força…
Se Cabo Verde, ganhou seu espaço e respeito, no mundo, foi graças a democracia e abertura ao mundo. Vivemos todos, no mundo inteiro uma atualidade internacional marcada intensamente, pelas evidencias da saída do Reino Unido da Uniao Europeia, a invasão militar da Rússia a Ucrania, o genocídio do governo de extrema direita israelita, praticado quotidianamente contra o povo palestino sobretudo na faixa de Gaza, as taxas alfandegarias unilaterais impostas pelo “trumpismo” ao mundo, as fraquezas de instituições internacionais, criadas depois da 2ª guerra mundial…
A singularidade geopolítica “cabo-verdiana” de sermos um pequeno país arquipélago africano do atlântico médio que devia ser incorporada pela estratégia da regionalização, como meio que nos faria saltar o murro do centralismo absurdo e obsoleto que nos faz ainda marcar passos faz já 50 anos e não avançar rumo a um desenvolvimento singular e humilde, todo em apostando mais acentuadamente na nossa juventude, hoje melhor formada que seus antecessores…

