Valdemiro Lopes

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Valdemiro Lopes, Jose

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Jose

Cabo-verdiano, engenheiro informático, com estudos de sociologia na Bélgica. Foi o primeiro responsável da informática de Cabo Verde Airlines (TACV)


9 artigos publicados
28/06/2022
Nosso pequeno país arquipelágico, do atlantico médio como, as demais pequenas ilhas insulares membros da “Aliança de Pequenos Países Insulares, (Aliance of Small Islands States, “AOSIS”)”, que incorpora, mais de 40 países, dispersos nas regiões da África, Caraías, Pacifico e Índico... Sofreram (e sofrem) na pele as consequências da pandemia “Covid -19”: os males vindos das actividades nocivas, sobre o ambiente e o oceano, causados e praticados principalmente, pelos primeiros e grandes poluidores do planeta, os países superindustrializados, encabeçados pela China, USA, Índia e União Europeia. Não foi fatalidade alguma a nossa recente vivência, aqui em Cabo Verde de três anos, consequitivos de “Seca Agravada”... Resultados de estudos cientificos esclarecem as causas e efeitos sobre o meio ambiente!!
16/12/2021
Todos, os ilhéus, como é o nosso caso, somos e seremos, as primeiras vítimas dos problemas das alterações climáticas, provocadas essencialmente, por terceiros e seremos, todos, influenciados pelas perturbações e mudanças que terão impactos negativos, nos nossos projetos de “desenvolvimento socioeconómico”. O que fazer para sobreviver e com que recursos?
25/08/2021
Garante da democracia, ou o quarto poder, os “JORNAIS” e sítios de informações digitais são importantíssimos para Cabo Verde, nação arquipelágica de 4032 km2, jovem e moderna, que precisa de “soluções”, ao seu processo de desenvolvimento. Tendo a consciência que a confrontação de opiniões é útil e indispensável e actua para amplificar visões, vencer ou fazer diminuir o choque das contradições, reencontrar ideias e as diferentes maneira de ser e de estar tipicamente cabo-verdiana e podemos mesmo afirmar, que entre nós, nestas nove ilhas habitadas do atlântico médio, a comunicação social independente tem o impacto feliz de fazer reflectir sobre “certezas” estabelecidas, apresentando felizmente, opiniões e ideias diferentes.. .reforçando o papel impar socio educativo de informar e formar, da comunicação social…
30/06/2020
As políticas ditas para o “Desenvolvimento das ilhas de Cabo Verde” instaladas nestas últimas décadas, com efeitos por definição, de curto, médio e longo prazo, não vingaram e o país ficou longe de alcançar e viver em todas as nove ilhas habitadas para a maioria da população, soluções consistentes para os problemas endémicos deste arquipélago: o desemprego jovem; a pobreza; acesso á água e eletricidade; sistema agrícola inadequada á realidade climática-geográfica; economia essencialmente ancorada á informalidade; acesso desigual aos serviços de ensino e saúde. O processo de desenvolvimento, ficou, em certa medida, comprometido, com sucessivas “injeções” de recursos financeiros, ancoradas á infraestruturação, agravando a divida externa, para um nível quase insuportável, orientação política, muitas vezes desvirtualizada, como foi o caso da estrada de ligação “Calhau-Baia das Gatas”, em São Vicente, a obra, revelou-se insuficiente para impulsionar progresso, emprego e criação de valor…  
15/11/2018
Cabo Verde precisa sim de um estado máis efectivo e voltado para o desenvolvimento. Um bom começo, trilhado anteriormente, foi a boa decisão de descentralização administrativa, tomada, nos anos noventa que começou sob a forma, de criação, instalação e praticamente consolidação dos hoje vinte e dois municípios cabo-verdianos, existentes e dispersos nas nove ilhas povoadas, que trouxeram benefícios de ordem social, económico, cultural, colocando este pequeno pais insular em posição de arranque para o desenvolvimento. Não há duvida que o salto, etapa e processo qualitativo fundamental, essencial e caso especifico ainda a tomar, neste arquipélago, ou a peça do puzzle que faltava, que não era outra senão a bem vinda e oportuna vontade politica e bom trabalho “por uma das raras vezes”, dos deputados nacionais, de boa visão politica, que não hesitaram, votando “sim” ao projecto da “REGIONALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA” de Cabo Verde.
16/10/2018
Se a pesca per si é uma actividade económica das mais importantes para o nosso arquipélago, os actores económicos, políticos e institucionais, têm de ver mais longe, investindo na pesca profissional ao largo e no transporte marítimo inter ilhas. A necessidade de uma pequena frota para ligação entre as ilhas é mais que necessária, para reduzir assimetria entre regiões mais isoladas, facilitando e intensificando negócios, circulação de pessoas e aumentando o consumo interno, combatendo na pratica, pobreza, criando valores e melhores oportunidades de empregabilidade para a juventude cabo-verdiana.
05/10/2018
O executivo cabo-verdiano deve assumir suas responsabilidades e estimular a confiança dos cidadãos nas instituições públicas… Nunca saberemos eliminar as catástrofes, mas estas independentemente das suas cargas negativas imediatas, essas tragédias, têm o dom e induzem noções que nos obrigam a ser mais organizados, aprendendo, prevendo e preparando o futuro para não cometermos, em todo caso, os mesmos erros. Uma coisa é certa no caso do naufrágio do malogrado navio “Vicente”, a opinião pública, constatou que os mecanismos de controlo e segurança eram inexistentes e vidas foram ceifadas. A intervenção do governo, atribuindo, pensão de sobrevivência às famílias das vítimas mortais, assegura, que o executivo se preocupa com as pessoas e assume suas responsabilidades.
17/09/2018
As políticas para o “desenvolvimento de Cabo Verde” instaladas nestes últimos anos, com efeitos e por definição, a curto e médio prazo, não puderam demonstrar se são capazes de obter soluções consistentes para os problemas endémicos do país: o desemprego e o arranque rumo ao desenvolvimento económico.
11/09/2018
A ajuda para o desenvolvimento, até à presente data, neste arquipélago, decerto ponto de vista foi sempre uma “camuflagem”, um verdadeiro investimento de médio a longo prazo por parte dos pressupostos benévolos países doadores, uma falsa generosidade à custa dos contribuintes desses países “generosos”. 
Tempo exterior: Revista de análise e estudos internacionais