Observatorio Galego da Lusofonía : Liña de investigación

OGALUS: Observatorio Galego da lusofonía
OGALUS: Observatorio Galego da lusofonía

OGALUSObservatório Galego da Lusofonía é uma iniciativa do IGADI desde 2008 que tem como missão essencial manter uma atenção constante aos países e regiões de língua oficial portuguesa, de forma a promover o maior aproveitamento possível da afinidade linguística que a Galiza tem com estes territórios, além das sinergias nos diversos setores e os reflexos da lei Valentín Paz Andrade e a recente adesão da Espanha à CPLP.

Coordenador: Daniel González Palau

pt Visita CCCM Galicia 1

Macau, estratéxico para a economía galega?

As primeiras evidencias da cultura chinesa en Macau datan entre 4000 e 6000 anos. Tras formar parte durante diferentes dinastías da provincia de Cantón, de Nanhai e Dongguan, no século XII pasou a depender administrativamente do novo distrito de Xiangshan. Pero Macao non se desenvolveu como establecemento importante ata a chegada dos portugueses en 1513. Pero non foi ata 1553 que comezou a presenza permanente lusa en Macao, cando comezaron a establecer almacéns de comercio en terra. Tanto comerciantes portugueses como chineses afluíron a Macao, que rapidamente se converteu nun polo importante no desenvolvemento do comercio de Portugal con India, China do sur, Xapón, e Sueste Asiático. Máis tarde, Macao foi alugado por Portugal ao Imperio chinés como porto comercial (1557), os portugueses pasaron a administrar a cidade durante máis de tres séculos baixo autoridade e soberanía de China. A pesar do trunfo español na batalla de Alcántara (1580), da unificación ibérica e o recoñecemento da soberanía de Felipe II, Macao mantivo a súa autonomía, o seu comercio e a bandeira de Portugal.

Macau, estratéxico para a economía galega? Ler máis »

ciclo conferencias estudos europeus.392x0 is pid2428350

O Observatorio Galego da Lusofonía do IGADI participa no Ciclo de Estudos Europeus da Universidade de Coimbra o 2 de decembro

O OGALUS, nacido no 2008, como proxecto estratéxico do IGADI, acumula ducias de análises, publicacións e actividades académicas e divulgativas variadas, conectando a Galicia aos países e territorios de lingua oficial portuguesa.

O Observatorio Galego da Lusofonía do IGADI participa no Ciclo de Estudos Europeus da Universidade de Coimbra o 2 de decembro Ler máis »

dgp uvigo

Xornada “Acción Exterior galega: lusofonía” 24 de novembro no Campus de Ourense-Universidade de Vigo

A Facultade de Relacións Internacionais da UVigo organiza o 24 de novembro, ás 16:00, no Salón de Graos do Edificio Xurídico-Empresarial do Campus de Ourense, unha xornada dedicada ao papel da lusofonía na acción exterior galega. Participarán Xosé Lago, subdirector de Acción Exterior da Xunta; Daniel González Palau, director do IGADI; e Burghard Baltrusch, director

Xornada “Acción Exterior galega: lusofonía” 24 de novembro no Campus de Ourense-Universidade de Vigo Ler máis »

Tiumí. Fotografia do autor (1998). Tiumí já é falecido ha muitos anos

Povo Oro Towati e genocidio na Uru-eu-wau-wau

A Terra Indígena Uru-eu-wau-wau, com uma área de 1.832.300 hectares localizada no estado de Rondônia, Amazónia brasileira, divisa com a Bolívia, é território de inúmeras etnias indígenas, com povos isolados e sem contato com a sociedade nacional. Entre os povos que vivem tradicionalmente na Uru-eu-wau-wau está a etnia Oro Towati, também conhecidos como Oro-Win. Vivem ancestralmente a beira do rio Pacaás Novas e falam língua do tronco Txapacura. Nas décadas de 1950, 1960 e 1970 sofreram bárbaro genocídio, com centenas de mortos por expedições coordenadas por seringalistas, donos dos seringais de extração do látex, da borracha.

Povo Oro Towati e genocidio na Uru-eu-wau-wau Ler máis »

ANTONIO GUIMARAES

Guimarães Brito

Professor doutor em direito. Mestrado Relaçoes Internacionais. Leciona Direitos Humanos. Professor associado IV. Autor de vários livros de direitos humanos, ecologia politica, antropologia. Leciona há 30 anos.

Guimarães Brito Ler máis »


Artigos de Guimarães Brito, Antonio

Tiumí. Fotografia do autor (1998). Tiumí já é falecido ha muitos anos

Povo Oro Towati e genocidio na Uru-eu-wau-wau

Apartados xeográficos Cooperación ao desenvolvemento
A Terra Indígena Uru-eu-wau-wau, com uma área de 1.832.300 hectares localizada no estado de Rondônia, Amazónia brasileira, divisa com a Bolívia, é território de inúmeras etnias indígenas, com povos isolados e sem contato com a sociedade nacional. Entre os povos que vivem tradicionalmente na Uru-eu-wau-wau está a etnia Oro Towati, também conhecidos como Oro-Win. Vivem ancestralmente a beira do rio Pacaás Novas e falam língua do tronco Txapacura. Nas décadas de 1950, 1960 e 1970 sofreram bárbaro genocídio, com centenas de mortos por expedições coordenadas por seringalistas, donos dos seringais de extração do látex, da borracha.
pt Visita CCCM Galicia 1

Macau, lusofonía e Galicia: cara a unha nova xeografía educativa.

A semana pasada Galicia foi escenario de debate e proxección internacional sobre a cooperación entre a Unión Europea, China e a lusofonía. Esta iniciativa, promovida polo IGADI e o Centro Científico e Cultural de Macau (Portugal), marca o comezo dun novo momento para analizar a importancia e a proximidade dun futuro máis conectado a China, especialmente grazas á crecente expansión e cooperación académica das institucións educativas de Macau.

Macau, lusofonía e Galicia: cara a unha nova xeografía educativa. Ler máis »

Museo da Tabanca em Assomada, Cabo Verde: Fonte fotografia: Wikimedia

Cultura, Sustentabilidade e a Tabanca de Cabo Verde no Contexto das Alterações Climáticas

Neste trabalho analisamos a TABANCA essencialmente no contexto e a relação entre cultura, desenvolvimento sustentável e alterações climáticas, destacando a importância em integrar práticas culturais e desportivas nas políticas de desenvolvimento e na ação climática. Apesar do reconhecimento crescente a nível internacional, como evidenciado por iniciativas da UNESCO, COP e G20, a implementação prática desses actos populares ainda enfrentam desafios significativos… A proteção do património cultural, o conhecimento tradicional e a participação das comunidades locais são fundamentais para garantir um desenvolvimento inclusivo, equilibrado e resiliente às alterações climáticas

Cultura, Sustentabilidade e a Tabanca de Cabo Verde no Contexto das Alterações Climáticas Ler máis »

Liñas de investigación Observatorio Galego da Lusofonía
Apartados xeográficos África
tubaroes

Cabo Verde no mundial: O desporto motivo de desenvolvimento inclusivo

Em matéria de desenvolvimento inclusivo, com justiça social, abraçando todas as ilhas de Cabo Verde, OS TUBAROES AZUIS, depois desses 50 anos de soberania politica uma coisa é certa, comprovaram e foram motivos de influencia positiva de coessao socio politico desta pequena naçao ilhas para nos todos dentro e nas outras paragens ( a nossa DIASPORA)… Mas é necessário, muito mais em termos confança nas nossas “habilidades” e amplitude de visão.

Cabo Verde no mundial: O desporto motivo de desenvolvimento inclusivo Ler máis »